Sumam da minha frente, traumas acústicos e reclusos
Nessas ondas de material de lixo
Nas ruas de um passo sujo
Numa constância macabra de incômodos suluços
Desses jogos de fuga e desperdício
Que jogam e me fazem jogar me mostrando
nada mais que poucos e frágeis delírios
Revelados nos caóticos olhos perambulando
E o que me fere é admitir com as espumas
Da boca saindo e com o tumor
Frágil das influências
Que eu busquei cegamente as dunas
e os interesses de uma adolencente
além da consciência.
Bruna Geovanini
Nota: Achei esse soneto no pc, nao sei a data dele. Mas eu fiquei super em dúvida se ele era meu ou não! Sério, tem a minha cara, mas eu não sabia se eu tinha copiado no "bloco de notas" ou se o criei lá.
Bem, se o dono aparecer, eu devolvo!

1 comentários:
Tipico menina culta de 15 anos apaixonada. Muito legal
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