Olá, pessoal!
Como vocês estão?
Bem, eu queria dizer que minhas férias acabaram e o "pegar no pesado" começou e eu estou meio perdida, por mais que seja melhor estar perdida em meio a muita coisa para se fazer que estar perdida no tédio.
Tem algumas coisas que eu resolvi e uma delas é que eu preciso juntar todo material que eu puder para ver o que realmente eu escrevi e que vale a pena dar prosseguimento. O blog não tem a vantagem dos escritores antigos, que reliam seus rascunhos, rasgavam e jogavam na lixeira mais próxima. Terei apenas que dar importância ao mais relevante.
O blog começou em setembro de 2009, se não me engano, pouco tempo depois de começar a namorar. Muitas das poesias estão ligadas a esse relacionamento e é complicado não ler e achar tudo uma porcaria. Não pelo motivo que me levaram escrever, mas pela pegada melosa e desesperada, a coisa romantica demais, repetitiva, sem novidade nenhuma. Algumas, meio revoltadas, tem pensamentos que eu considero válidos, e são esses que eu vou separar pra imprimir, organizar e registrar.
Enquanto isso, estou apostando numa nova forma de expressar sentimentos, pensamentos e algumas teorias. Comecei um blog de contos há um tempo e adoraria que todos vocês que costumam visitar meu blog acompanhassem também.
Aliás, por conta desse blog fui convidade pelo Wendel Caraline, administrador do site, para ser colunista num site aqui da minha cidade, escrevendo contos que tivessem Itaperuna como temática ou então como plano de fundo.
Agora, uma questão que tem me incomodado é em relação a fanfic "Desabrochar", que eu comecei a postar e parei no capítulo 15. O site onde ela estava hospedada voltou a funcionar e não sei se retomo a história ou assumo que meu tempo está totalmente escasso para isso. Vou resolver e conversar com a moderadora do site, pra ver se consigo uma liberdade maior em relação a isso.
Espero que fiquem ligadinhos nos textos novos e adoraria sugestões! Grande beijo!
Seguem os links
Blog "Flor da Pele"
Site ITA10
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Além da Consciência
Sumam da minha frente, traumas acústicos e reclusos
Nessas ondas de material de lixo
Nas ruas de um passo sujo
Numa constância macabra de incômodos suluços
Desses jogos de fuga e desperdício
Que jogam e me fazem jogar me mostrando
nada mais que poucos e frágeis delírios
Revelados nos caóticos olhos perambulando
E o que me fere é admitir com as espumas
Da boca saindo e com o tumor
Frágil das influências
Que eu busquei cegamente as dunas
e os interesses de uma adolencente
além da consciência.
Bruna Geovanini
Nota: Achei esse soneto no pc, nao sei a data dele. Mas eu fiquei super em dúvida se ele era meu ou não! Sério, tem a minha cara, mas eu não sabia se eu tinha copiado no "bloco de notas" ou se o criei lá.
Bem, se o dono aparecer, eu devolvo!
Nessas ondas de material de lixo
Nas ruas de um passo sujo
Numa constância macabra de incômodos suluços
Desses jogos de fuga e desperdício
Que jogam e me fazem jogar me mostrando
nada mais que poucos e frágeis delírios
Revelados nos caóticos olhos perambulando
E o que me fere é admitir com as espumas
Da boca saindo e com o tumor
Frágil das influências
Que eu busquei cegamente as dunas
e os interesses de uma adolencente
além da consciência.
Bruna Geovanini
Nota: Achei esse soneto no pc, nao sei a data dele. Mas eu fiquei super em dúvida se ele era meu ou não! Sério, tem a minha cara, mas eu não sabia se eu tinha copiado no "bloco de notas" ou se o criei lá.
Bem, se o dono aparecer, eu devolvo!
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